Para obter a luminosidade desejada, é preciso usar a fonte de luz correta. Formato, temperatura de cor e abertura de facho, entre outras características, determinam o desempenho individual de cada lâmpada.
Se a ideia é ter uma iluminação indireta, barras ou fitas de LED e lâmpadas xenon são os tipos recomendados. Porém, em áreas que necessitam de maior luminosidade, como canto de leitura e trabalho, as fluorescentes tem melhor desempenho.
Em sancas nas salas de estar e jantar, prefira as econômicas fluorescentes, comuns e compactas. As mais indicadas são as de tonalidade amarelada, de 3 mil K (Kelvin), ligadas a reatores eletrônicos dimerizáveis. Ressalte nichos e prateleiras com lâmpadas do tipo xenon. Pequeno, esse modelo se adapta a perfis metálicos estreitos, que podem ser disfarçados em canaletas previstas no projeto de marcenaria.
Destacar mesas, esculturas e quadros é uma tarefa para as refletoras halógenas. Elas podem iluminar de pequenos objetos (nesse caso, a melhor é a AR70 com facho de 4 ou 8 graus) a grandes paredes ( a opção são as dicroicas com abertura de 24 ou 30 graus).
Efeitos de luz realçam a decoração
05:58 |
Postado por
Betta Fernandes
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